de como as máquinas vão virando gente
Na era da personalização, em que os gigantes copos de café, e até as aparentemente inofensivas saladas chegam até nós, não por um número (é coisa do passado), mas pelo nosso próprio nome, por que não a personalização das máquinas? Como se fossem uma extensão do nosso corpo e da personalidade, os celulares se transformavam com a simples alteração da capinha. Lançaram versões coloridas também dos mp3/mp4, o que obviamente foi insuficiente para destacá-los da multidão de players . Recém-lançado no mercado, o Zune (versão Microsoft do Ipod) levou realmente a sério a idéia. Com 18 designers contratados, o consumidor pode escolher a figura e dar a sua cara para o aparelho. Boa tentativa de mascarar a mercadoria, que não tem vida própria, mas carrega um “ar de humanidade”, afinal cada um vai ter sua característica individualizada, assim como a natureza nos faz. Se a moda pega, celular também vai querer ser gente. Imagine quanta criatividade para alimentar os desejos de tantos consumidores.


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